Palotina     Fazendo o Presente e Planejando o Futuro
  Principal
  Secretarias
  Agência de Notícias
  Legislação
  Licitações
  Contas Públicas
  Plano Diretor
Conheça Palotina
  Serviços
  Fale Conosco
  Serviços OnLine
   
  Preencha abaixo com seu
usuário e senha para ter
acesso a Agência de
Notícias
   
  Usuário:
  Senha:
 
ASPECTOS
HISTÓRICOS | POPULACIONAIS | SOCIO-ECONÔMICOS | CULTURAIS | EDUCACIONAIS | GEOGRÁFICOS | FOTOS
ASPECTOS HISTÓRICOS

Em 1940, através da Marcha para o Oeste, chegam os primeiros migrantes em Palotina, então Município de Guaíra, somando uma população de 10 habitantes.

Em 1950, acontecem novos deslocamentos da população do sul do país, resultando, desta forma, em 24 de junho de 1957, a criação do Distrito de Palotina, com uma população de 100 habitantes (Censo 1950).

Em 1960, exatamente no dia 25 de julho, ocorreu a emancipação política administrativa de Palotina. Com a emancipação, criaram-se os Distritos Administrativos e Judiciários de Maripá, Pérola Independente, Alto Santa Fé e São Camilo, com população de 3.469 habitantes (Censo IBGE).

Em 1970, o município perde a área de Alto Santa Fé para o município de Nova Santa Rosa e é criado o Distrito Administrativo da Vila Candeia, atingindo uma população de 43.005 habitantes (Censo IBGE).

Em 1980, ocorre a elevação da Vila Santo Antônio como Distrito Administrativo, com população de 28.248 habitantes (Censo IBGE).

Na década de 1990, com a elevação do Distrito de Maripá a município, englobando os Distritos de Pérola Independente e Candeia, acarreta uma perda de 30% do território do município de Palotina, totalizando nesta época 30.569 habitantes (Censo IBGE). Em 2000, este número baixa para 25.765 (Censo IBGE).

A origem do nome Palotina é uma homenagem aos padres palotinos, que marcaram presença no município, desde a derrubada das primeiras árvores. Foram testemunhas do desbravamento, dos conflitos e do desenvolvimento do município e agentes vivos na implementação da religiosidade que caracteriza o seu povo. Por esse motivo, foi escolhido como padroeiro do município, São Vicente Pallotti.

Relato de pioneiros

Alguns dos primeiros habitantes de Palotina vieram de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Não foram fáceis os primeiros tempos, como relata o pioneiro Santo Galante e sua esposa Égide Galante, que vieram de Concórdia, Santa Catarina, em 1955, ao padre Pedro Reginato, na coleta de dados para a elaboração do livro “História de Palotina”, de 1979.

As dificuldades já começavam para chegar na região, uma viagem de três dias de caminhão da firma colonizadora. Chegando encontravam vários problemas, como a terra vermelha que entrava e sujava tudo, a falta de luz elétrica, os mosquitos, as doenças, como a malária e a falta de médicos, que os obrigava a buscar socorro em Guaíra, além do mato que cercava tudo, escondendo no seu interior ameaças de animais como onças, cobras, entre outros.

Mesmo assim, logo se adaptaram e o pioneiro começa a desenvolver suas atividades na cidade, abrindo a primeira alfaiataria e cultivando seus dois lotes de terra, onde construiu sua casa e cultivava uma horta, que “produzia de tudo”. Posteriormente plantou uma lavoura de trigo em terras cedidas por amigos e também ampliou seus negócios, passando a comercializar tecidos e tintas.

Nesses primeiros tempos, a alimentação variava, sendo consumidos produtos trazidos com a mudança, como arroz, feijão e farinha de trigo, complementados por carne de caça, como tucanos, inhambu, jacu, pacas e veados, antes de cultivar as primeiras lavouras.

Logo, porém, a beleza do lugar superou essas dificuldades iniciais e a família se acostumou com o novo lar, permanecendo aqui até os dias atuais (2004).

Outro personagem importante da colonização de Palotina é Eugênio Leszcynski, que chegou na região em 1953, a serviço da colonizadora “Pinho e Terras”, como agrimensor. Ele relata, principalmente, as dificuldades de locomoção, sendo obrigado a andar de bicicleta e a pé de Candeia (distrito do atual município de Maripá) até a vila de Palotina.

Chegando no seu destino, ficou morando numa casa de tábua bem rústica e iniciou seu trabalho de medição das terras, a partir dos rios Pioneiro e Santa Fé. Esse trabalho não era fácil, por causa das picadas que tinham que ser abertas na mata e também pelos animais e insetos a serem enfrentados, como onças, catetos, mosquitos e mutucas.

A alimentação era restrita a feijão cozido com banha e farinha de mandioca, ou com uma massa de farinha de trigo cozida com banha, e às vezes complementada com carne de anta e queixada.

Muitas vezes esse trabalho de medição exigia a permanência no interior da mata por uma semana inteira, levando a montagem de acampamentos provisórios com taquaras e folhas de coqueiro.

Os equipamentos obrigatórios para esse serviço eram o machado, a foice, o facão, a trena, a baliza, o teodolito, marcos feitos de madeira de lei, como angico, cabriúva, canjerana, ipê, guajuvira, e armas de fogo, como revólveres e espingardas, que tanto serviam para a defesa quanto para a obtenção de comida.

Eugênio gostou tanto do lugar, que findo seu trabalho de agrimensor, arrumou emprego numa casa comercial e permaneceu na cidade, onde se casou e permanece até hoje (2004).

Símbolos Municipais

Bandeira Municipal

Idealizada pelo professor Arthur Luponi, apresenta a cor branca, símbolo da paz, amizade, lealdade, verdade, pureza, felicidade, beleza, integridade, eqüidade e franqueza. A cruz latina é o símbolo da fé cristã, representada nas cores vermelha, branca e azul, alteradas em faixa. Em vermelho - símbolo de valor, domínio, magnanimidade, vitória, honra, caridade. Em branco - símbolo de paz, amizade, lealdade, verdade. Em azul - símbolo de justiça, perseverança, zelo, perfeição, dignidade. A estrela azul, de cinco pontas representa simbolicamente o município de Palotina.

 

 

Brasão de Armas Municipais

Idealizado pelo professor Arthur Luponi. O escudo de formato ibérico é em homenagem ao povo desbravador e formador da raça do município. A cor azul lembra a cor característica do céu. O metal prata para a faixa, a cruz latina e o cometa estilizado, por ser o símbolo da paz, amizade, lealdade, pureza, beleza, formosura, felicidade, franqueza, verdade e eqüidade.

A frase "Caritas Christi Urget Nos", - "A caridade de Cristo nos impele", é o lema em homenagem ao padroeiro do município, São Vicente Pallotti. O cometa estilizado indica esperança do sucesso. As quatro faixas onduladas em prata representam os quatro principais rios que banham o município: Piquiri, Pioneiro, Azul e São Camilo. O verde lembra os extensos campos cultivados, símbolo de esperança, abundância, posse e campo. A coroa de cinco torres é privativa de cidades. Os dois ramos de soja e os três de trigo representam as duas principais culturas agrícolas.

A inscrição “25-07-1960” indica a data de criação do município e a inscrição “03-12-1961”, indica a data oficial de sua instalação.

Hino Municipal

A letra do poema é de autoria do Padre Vitorino Róggia e a música do professor Arthur Luponi.

Das paragens sulinas, pioneiros,
Imbuídos de um grande ideal,
Implantaram, na mata frondosa,
Desta terra um marco imortal.

Estribilho:
Palotina, teu nome glorioso,
Lembra fé, caridade e valor,
Teu brasão nos impele ao trabalho,
Pela glória feliz do Senhor.

Teu risonho pendão, Palotina,
É imagem de paz e de luz,
Irmanados os teus filhos briosos,
Sul e norte, nos braços da cruz.
Soja e trigo, alimento precioso,
Leva ao mundo teu solo gentil,
Paraná vai crescendo contigo
Palotina, do nosso Brasil.

Contato | Lista de Emails | Webmail

  Rua Aldir Pedron, 898 - CEP: 85950-000 - Palotina - Paraná
  Fone: (44) 3649 - 7800